Influenciadores digitais estimulam crianças a se alimentarem mal: o que fazer a respeito?

Não precisa voltar muito no tempo para se lembrar de como eram as propagandas na época em que só havia televisão, rádio e revista na vida das famílias. Os anos 1990 foram o ápice das propagandas apelativas, quando, finalmente, começaram a entrar em vigor as regras do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR).

Antes de o CONAR começar a proibir as propagandas de cunho apelativo, era bem comum ver comerciais que induziam as crianças ao erro ou que instigavam-nas a ficarem pedindo produtos aos pais de forma insistente até que ganhassem.

Hoje em dia as coisas mudaram bastante com a presença massiva da internet na rotina, mas o mundo enfrenta uma polêmica bem semelhante: a publicidade feita pelos influenciadores digitais. Esse ainda é um universo pouco organizado quanto às regras e limites, fazendo muitos pais modernos sofrerem o mesmo que seus pais sofriam há algumas décadas.

A influência dos Youtubers e Bloggers na alimentação das crianças

Uma das maiores preocupações dos pais está relacionada com a capacidade real de influência dos Youtubers e Bloggers favoritos das crinaças em incentivá-las quanto ao que desejam ou não comer.

O fator alimentação pesa mais do que outros tipos de publicidade sobre brinquedos, por exemplo, porque hoje em dia os pais têm muito mais esclarecimento sobre a importância de manter uma nutrição de alta qualidade para seus filhos.

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