5 Coisas que Não deve Proibir seu Filho de Fazer

A infância é uma fase de aprendizagem para as crianças, nesta fase a criança vai armazenar vivências na memória que serão essenciais para que forme a sua personalidade e caráter.

Sendo assim, basta que os pais parem e pensem no que eles não gostavam no modo que eram tratados em casa quando pequenos e como algumas atitudes os prejudicaram na vida adulta.

Por exemplo, uma criança que só ouve “nãos” o tempo inteiro, tende a ser um adulto mais acuado e inseguro porque não foi incentivado a tomar as próprias decisões. Da mesma forma, uma criança que é repreendida sempre comete falhas, tem maior risco de se tornar um adulto controlador e inflexível.

5 coisas que não deve proibir seu filho de fazer

Os pais precisam entender que a criação dos filhos ocorre a todo instante, no momento presente, não existe deixar para depois. Cada atitude fará diferença na formação do caráter da criança e vai influenciar na sua capacidade de se tornar um adulto feliz sem depender dos outros.

Com base nessa importante reflexão, veja 5 coisas que não deve proibir seu filho de fazer.

Fazer perguntas

Chega determinada fase da infância em que as crianças enlouquecem os adultos com tantos “por quês” e questionamentos.

Essas perguntas e dúvidas são muito importantes para que os pequenos compreendam melhor o mundo que os cerca e comecem a descobrir de que forma querem fazer parte dele.

Além do mais, ter alguém de confiança para perguntar e sempre receber uma resposta é uma forma de estreitar o vínculo afetivo.

Então, nunca diga ao seu filho para não ficar lhe perguntando tantas coisas nem diga para perguntar a outra pessoa. Se não souber a resposta, diga que vocês irão descobrir juntos. Se não puder fazer isso no momento, diga quando poderá fazer e cumpra com sua palavra.

Chorar

Crianças choram, adultos também.

O choro é uma importante forma de expressar sentimentos, por isso, nunca deve ser bloqueado.

É claro que fica difícil manter a calma quando a criança abre um berreiro em um local público, mas se ela faz isso em público, também faz em casa, portanto, é em casa que ela deve ser “treinada” a entender que não precisa chorar quando algo que deseja não acontece.

Se a criança chorar porque se machucou, dê o consolo, um colo, um abraço, um cuidado. Se chorar por birra, converse olhando nos olhos dela, sem repreender. Fale baixo para que ela tenha que fazer silêncio para ouvir. Se chorar de tristeza, deixe que chore até quando precisar, mas ofereça o seu confortável colo para que ela se sinta acolhida.

Fazer barulho

Se os filhos estão muito quietos, os pais desconfiam. Se estão muito barulhentos, se incomodam.

A verdade é que criança faz barulho e isso é bom sinal.

Então, se os seus filhos estiverem brincando livremente em casa e não tem um real motivo para que precisem fazer silêncio, deixe-os fazer barulho. Se for necessário, peça para que falem um pouco mais baixo e diga o motivo, por exemplo, para não acordar o bebê ou a vovó.

Sentir medo

De acordo com os psicólogos infantis, especialmente na fase dos 3, 4 e 5 anos de idade, as crianças vivem um processo de transição entre o mundo real e a fantasia.

Logo, é natural que tenham medo de monstros, do escuro e de coisas que não lhe são familiares, pois elas realmente sentem que estão em perigo.

Não basta dizer à criança que ela não precisa ou não pode ter medo. Apenas vá junto até o quarto para acender a luz e olhar embaixo da cama.

O tempo vai resolver essa questão e o encorajamento constante também. Inclusive, o medo nunca deve desaparecer por completo porque ele serve como termômetro ao longo da vida na hora de pesar as decisões certas e erradas. Só precisa ser equilibrado.

Cometer erros

Mesmo um idoso com 90 anos de idade pode cometer erros, é normal.

Então, imagine uma criança que está vivenciando tudo pela primeira, segunda ou décima vez.

É muito importante que os pais tenham paciência para deixar a criança cometer seus erros, pois a vivência de um erro é a melhor oportunidade de aprendizado.

A segunda é pelo exemplo dos mais experientes. Então, quando a criança errar no que quer que seja, diga a ela que está tudo bem e que ela pode tentar de novo, quantas vezes forem necessárias. Você estará por perto para ajudá-la a acertar.

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Luana Araujo Silva

Resindência em Enfermagem Neonatal pela Universidade Estadual de Londrina/PR com amplo campo de atuação: Maternidade de Baixo Risco, Maternidade de Alto Risco, Unidade de Cuidados Intermediários e Intensivos Neonatal, Recepção do Recém nascido termo e pré termo na sala de parto. Segmento ambulatorial do recém nascido pré termo Habilitada para inserção e manutenção de Cateter Central de Inserção Periférica (CCIP/PICC), com auxilio de ultrassom e Inserção de Cateter Umbilical Arterial e Venoso. Também possui ampla bagagem na áreade aleitamento materno em recém-nascidos a termo e pré-termo.