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A cozinha também é um espaço para os mais novos

19 Maio 2010 999 Hits 1 Comentário

A cozinha, como lugar central da casa que apresenta uma crescente importância enquanto espaço de convívio e reunião das famílias portuguesas, é também o local da casa onde as crianças passam mais horas, tanto para comer como para realizar os trabalhos da escola, desenhar, pintar, brincar ou ver televisão.

Neste sentido, é sobre a cozinha que deve recair uma atenção e cuidados especiais por reunir um elevado número de focos de infecção que pode afectar directamente a saúde de todos aqueles que a frequentam.

As crianças são a população mais susceptível aos possíveis agentes insalubres existentes nas cozinhas, visto o seu sistema imunitário ainda estar em formação e ser assim mais vulnerável, tornando-as mais propícias a padecer de algum tipo de intoxicação alimentar causada por possíveis bactérias com as quais se pode entrar em contacto.

Os pais são os principais responsáveis por criar os meios necessários para evitar o desenvolvimento de bactérias através da higiene e da desinfecção, especialmente na cozinha. A consciencialização de imitar os mais velhos dá à criança uma importância e liberdade saudáveis, e deve servir para tornar os pais conscientes de todos os seus actos.

É importante ensinar aos mais pequenos da casa os correctos hábitos de higiene, visto ser nessa altura que se formam os seus costumes e rotinas. Em todos os momentos, uma criança que esteja a observar os mais velhos apreende todos os seus passos e hábitos com maior facilidade. Desta forma, as crianças interiorizarão hábitos de higiene dos seus pais e desde cedo os transformam nos seus hábitos correctos de higiene. Mais tarde, na

vida adulta, a probabilidade de manter esses mesmos hábitos é maior, assegurando a sua futura qualidade de vida.

O Instituto Silestone reúne conselhos para os mais pequenos

Para garantir que as crianças possuem os hábitos correctos de higiene tanto no presente como no futuro, o Instituto Silestone apresenta quatro princípios básicos a ensinar-lhes:

  1. Limpar sempre as mãos, os alimentos, os pratos e as bancadas
  2. Separar os alimentos distintos ao guardá-los, ou depois de utilizá-los
  3. Refrigerar, o frio evita o crescimento de micróbios e mantêm-os à distância
  4. Cozinhar a fundo, o calor destrói os germes e torna os alimentos mais seguros

As crianças também são utilizadores das cozinhas e dos alimentos que ali se preparam e por essa razão as atitudes e comportamentos dos mais velhos influirão na saúde e serão a base da atitudes futuras dos mais novos frente aos alimentos e sua respectiva manipulação. Embora a higiene na cozinha não seja uma brincadeira, é assunto de crianças.

Mãe, a principal formadora dos hábitos de higiene na cozinha

Os ensinamentos maternais e a observação/repetição em casa são os principais responsáveis pela divulgação de hábitos correctos de higiene na cozinha. Quem o afirma é o Instituto Silestone para a Higiene na Cozinha, a primeira plataforma em Portugal dedicada ao estudo, divulgação e intercâmbio de ideias sobre a higiene na cozinha, através dos resultados de um estudo realizado a uma amostra de 500 pessoas.

75% dos entrevistados reconhece ter consolidado os seus hábitos correctos de higiene na cozinha através de uma primeira observação em casa e da sua posterior imitação, e apontam as suas mães como as principais educadoras em matéria de higiene na cozinha.
Por outro lado, 39% da amostra admite recorrer a outras fontes para se informar sobre este tema, como programas de televisão, imprensa, revistas, conversas, mas sobretudo, através de campanhas de divulgação na área. Apenas 19% restante se define como autodidacta.

As tarefas que as mães desenvolvem numa cozinha, desde a confecção das refeições à limpeza e higiene nesse espaço, são tidas como certas para as crianças. Os correctos hábitos de higiene na mãe são de vital importância, já que os seus filhos enquanto crianças estão no período crucial para a formação dos seus próprios hábitos.

Instituto Silestone, uma concepção integral da higiene na cozinha

O ISHC contempla como objecto de estudo um conceito integral de “higiene na cozinha”. Para além da importância de praticar os melhores hábitos de limpeza é determinante estabelecer novos hábitos de higiene, tais como a eleição dos materiais e revestimentos de cozinha, a utilização do espaço, a iluminação, a tecnologia aplicada, o conforto térmico ou a regulação do ruído. Todos estes factores influenciam directamente a saúde e o bem de todos aqueles que se servem da cozinha, tanto a nível profissional como particular.

O Instituto Silestone para a Higiene na Cozinha desenvolve as suas actividades sem fins lucrativos, com independência e rigor científico. Para tal, dispõe de um Conselho Assessor formado, ao longo do tempo, por personalidades de prestígio tanto a nível nacional como internacional. Contará com a experiência de investigadores, fabricantes de produtos de limpeza, associações de consumidores, arquitectos, professores, chefs e profissionais do ramo da restauração e da hotelaria.

1 Comentário »

  • Cegonha Feliz escreveu:

    Realmente a mãe é sempre uma referência, é importante a consciência no ensino desde de bebê para que cresça uma criança saudável e educada.

    Parabéns pelas informações apresentadas aqui no blog

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